Mau tempo: Circulação ferroviária suspensa em troços de seis linhas às 13:00

A circulação ferroviária registava hoje, pelas 13:00, um novo condicionamento na Linha de Vendas Novas (Alentejo) e mantinha-se condicionada nas linhas do Norte, Douro e Oeste, devido ao mau tempo, informou a Infraestruturas de Portugal (IP).

Executive Digest com Lusa
Fevereiro 7, 2026
15:05

– A circulação ferroviária registava hoje, pelas 13:00, um novo condicionamento na Linha de Vendas Novas (Alentejo) e mantinha-se condicionada nas linhas do Norte, Douro e Oeste, devido ao mau tempo, informou a Infraestruturas de Portugal (IP).


De acordo com a IP, em comunicado, na Linha de Vendas Novas (distrito de Évora) a circulação está suspensa entre as estações de Lavre e de Canha.


Por outro lado, mantém-se suspensa a circulação na Linha do Norte, entre Alfarelos e Coimbra B; na Linha do Douro, entre a Régua e o Pocinho; na Linha do Oeste, entre Mafra e Amieira; na Linha da Beira Baixa, entre Mouriscas e Sarnadas; e na Linha de Cascais, na via ascendente entre Algés e Caxias e na concordância de Xabregas, entre Lisboa Santa Apolónia e a bifurcação Chelas.


As perturbações na rede ferroviária nacional resultam das condições meteorológicas adversas da última semana, “com impacto na infraestrutura devido a inundações, à queda de árvores e detritos”, indicou a empresa pública.


“Estas ocorrências estão a afetar a normal exploração ferroviária em vários troços, exigindo intervenções técnicas das equipas no terreno para a reposição das condições de segurança e da regularidade do serviço”, explicou a IP.


A Infraestruturas de Portugal referiu que as equipas estão no terreno a desenvolver todos os esforços para resolver a situação e repor, com a maior brevidade possível, as condições de circulação e de segurança.


Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também várias centenas de feridos e desalojados.


A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.


As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.


O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.


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